Mais um golpe | MEC corta homofobia da lista de preconceitos a serem combatidos na educação

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Clausulas que defendiam o respeito à diversidade tiveram os termos “identidade de gênero
Clausulas que defendiam o respeito à diversidade tiveram os termos “identidade de gênero" e “orientação sexual” sumariamente apagados.

O Ministério da Educação (MEC) cortou a homofobia da lista de preconceitos que devem ser combatidos com a educação, alterando um documento que já havia sido entregue à imprensa.

Na quinta-feira, 6, a nova versão da Base Nacional Comum Curricular, uma orientação do que as escolas públicas e particulares brasileiras devem ensinar em sala, foi divulgada.

Dois dias antes, o texto foi enviado pelo MEC à imprensa. A publicação de matérias, no entanto, era liberada apenas no dia 6, quando o documento seria oficialmente entregue ao Conselho Nacional de Educação, órgão responsável pelos próximos passos do processo de instituição da base.

A versão entregue ao Conselho Nacional de Educação contém mudanças cirúrgicas: os fragmentos que defendiam o respeito à diversidade tiveram os termos “identidade de gênero” e “orientação sexual” sumariamente apagados.

Desde que a atual equipe do MEC assumiu, em maio de 2016, o desempenho da rede federal foi suprimido do relatório final de resultados do Enem e a obrigatoriedade de quatro disciplinas foi retirada do texto da reforma do Ensino Médio.

Fonte: Theintercept

1 COMENTÁRIO

  1. SOFRER OU NÃO SOFRER, EIS A QUESTÃO

    VIVA JESUS!

    Bom-dia! queridos irmãos.

    O sofrimento é uma realidade na vida de todos nós, podemos encontrar em O Livro dos Espíritos a indicação direta ao nosso planeta, caracterizando-o como um planeta de provas e expiações, nos indicando que o sofrimento é uma presença em torno dele, o próprio Cristo disse-nos que a felicidade não é deste mundo, alertando-nos para as dificuldades que encontramos na existência terrena.
    Por que sofremos tanto? Haverá alguma forma de o diminuirmos ?
    Para responder a estas duas perguntas temos que tentar perceber um pouco o sofrimento, como ele nasce, onde vive, do que se alimenta e como se extingue.
    Será que o sofrimento vive no planeta em si ou ele faz parte da existência psicológica da humanidade? Quando me aleijo a dor aparece, eu trate-me ou não, consoante a necessidade da situação, e esta desaparece, mas muitas das vezes o sofrimento daquela experiência fica em nós demonstrando que a dor e o sofrimento são coisas totalmente diferentes. Poderei sofrer com a dor ou não, mas independentemente dela o sofrimento muitas vezes aparece, ou melhor, maior parte das vezes é psicológico e nem se dá qualquer alteração física.
    Quem cria o sofrimento ? Meu filho tem um acidente que eu desconheço, não tenho qualquer sofrimento sobre esta situação, mas se eu tiver conhecimento, aparece a preocupação e logicamente o sofrimento. Meu Pai vai ser operado e estou preocupado, então aparece o sofrimento com a preocupação do futuro. No meu ver o sofrimento nasce na mente humana por diversos motivos, mas é lá que ele nasce e vive.
    A vivência do sofrimento dá-se pelo período que eu o alimentar em minha mente, a operação de meu Pai irá decorrer sem que o tempo pare, poderei esperar calmamente sem que tenha que sofrer para isso, como tal, necessito de me despreocupar. Muitas pessoas sofrem de medo ao andar de avião, as companhias como “truque” colocam filmes cômicos para que as pessoas possam rir e esquecer um pouco sua preocupação, anulando seu sofrimento.
    O sofrimento nasce com o pensamento, vive em nossa mente enquanto o alimentarmos com o medo, preocupação ou indignação, estes são os seus “pratos” favoritos, alimentando-se deles como um belo banquete, e estes estão ligados a um futuro que foge à nossa capacidade de gerir, nos deixando em uma insegurança psicológica. Quando pensamos que temos o controle de nossa vida em nossas mãos, uma segurança psicológica ilusória, porque pode mudar a qualquer segundo, nós não sofremos, até temos uma sensação de poder que somos fortes na vida e que ela corre como queremos.
    Mestre Jesus diz-nos que com Ele o fardo é mais leve, ou seja, o sofrimento é menor, como assim? Ouvimos dizer constantemente que não há enganos na reencarnação, estamos com as pessoas certas, no sítio certo, a passar pelo que necessitamos, e sabemos que o futuro nos reserva a construção do presente, trazendo as recompensas ou as formas de educação. Nossa vida é “Orquestrada” pela Lei Natural ou Universal, perfeita como seu Criador, nosso Pai, o Amor em si. Estar com Jesus é confiar nestas Leis, depositando nossa vida neste fluxo Universal; funciona como o boiar na água, basta cair de costas e relaxar, mas quem não confia nisso afunda.
    Para confiarmos neste “fluxo” Universal temos que cair de costas e deixarmo-nos boiar, abdicando do desejo de controlar nossa vida e colocando de lado a sensação de poder que controla ilusoriamente a nossa existência; isto não faz com que nossas vidas fiquem descontroladas, pelo contrário, ficamos mais atentos podendo responder às situações presentes calmamente. Nós só desejamos controlar a vida quando queremos saciar nossos desejos terrenos, não nos sendo suficiente o que nos é “oferecido”, perdendo de vista as oportunidades que se apresentam por estarmos embrulhados na escuridão mental dos desejos que alimentam o nosso Ego.
    Quando tento ir contra a corrente natural da vida, não será isto, a indignação interior contrária a resignação, que o Mestre nos aconselha? Se não me sinto indignado ou insatisfeito, não sinto o desejo ou necessidade, nem impelido à busca das satisfações dos desejos psicológicos egoístas ou materiais. A Fé é estar presente, sabendo que não há erros na existência e que ninguém ficará para trás. Confiar neste fluxo existencial que está sob o jugo de Deus e que é feito à Sua Perfeição.
    No século XXI, após estarmos preparados, a Doutrina Espírita trouxe-nos as explicações aos acontecimentos que aos nossos olhos pareciam mais atrozes, como o desencarne infantil ou as guerras, sem o desenvolvimento do conhecimento, e, consequentemente, o aumento da consciência, não conseguimos compreender a existência na Terra e combater interiormente os impulsos que nos levam ao sofrimento, na verdade, o combate aos impulsos é a quietude, a aceitação ou resignação, como queiramos chamar. Não precisamos fazer nada, apenas não fazer, tal como, não me enervar, não desejar, não me indignar, não me irar etc. etc…
    … Portanto, sentemo-nos no cadeirão da resignação, bebamos um chá de Fé e, em silêncio interior… soframos menos. Por que será esta simplicidade tão difícil para nós?

    Bruno Abreu

    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/accao-do-dia/sofrer-ou-nao-sofrer-eis-a-questao/#ixzz4gKuhiuR6

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