HIV
O primeiro medicamento injetável de longa ação para prevenção do HIV começou a ser comercializado no mercado privado brasileiro desde a última segunda-feira (25).
Em debate realizado na Câmara dos Deputados sobre a incorporação de novos medicamentos de ação prolongada para combater o HIV/Aids, participantes afirmaram, nesta última quinta (28), que os preços atuais inviabilizam a oferta pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Segundo Susana van der Ploeg, advogada da Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids, nos Estados Unidos, o cabotegravir para uso em terapia de pré-exposição custa cerca de U$ 22 mil dólares por ano, por pessoa. No Brasil, já registrado na Anvisa, o medicamento é vendido apenas em farmácias a R$ 4 mil por dose. A aplicação é feita a cada dois meses, em combinação com dois medicamentos orais.
Para garantida de acesso gratuito por meio do SUS, Susana defendeu a quebra de patentes. “O maior obstáculo que a gente tem não é científico nem tecnológico, é político. Garantir acesso justo ao lenacapravir depende de enfrentar os monopólios, usar as flexibilidades legais e priorizar a saúde pública sobre os lucros”, declarou.
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