(foto: Reprodução/Instagram)Aline Borges
A pesquisadora Aline Borges, mais conhecida como Nine Borges, que atua na secretária nacional de Promoção e Defesa dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ no Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, se tornou alvo de uma investigação da Polícia Federal, em que afirmou ter identificado repasses milionários da Secretaria LGBT a uma ONG específica, com base em dados oficiais do governo federal.
Ao coletar informações do Portal da Transparência, ela encontrou dados de milhões de reais que estavam sendo destinados a diferentes ONGs que, apesar de terem CNPJs distintos, compartilhavam o mesmo endereço.
De acordo com os registros públicos, mais de R$3 milhões foram repassados à ONG responsável por operar a chamada “Plataforma do Respeito”. Com os dados reunidos, Aline Borges publicou um vídeo explicando os repasses e apontando a possibilidade de conflito de interesse.
Posteriormente, Aline passou a ser investigada pela Polícia Federal no Distrito Federal, sob acusações de injúria racial, com base no entendimento atual de “transfobia”, calúnia, e difamação.
No Instagram, a pesquisadora se manifestou: “Por esse vídeo, fui acusada de calúnia e difamação (por mencionar os repasses) e de injúria racial/transfobia (por me referir a Larrat com o pronome masculino). Larrat nega que tenha havido qualquer ilicitude em nota de sua própria autoria, sem fornecer prova alguma para tal”, disse.

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