(foto: iStock)Homens que praticam sexo gay lideram taxas de HIV, diz estudo
Dados científicos apontam que homens gays contraem o vírus do HIV em taxas mais altas do que qualquer outro grupo nos Estados Unidos.
Segundo um estudo científico publicado no portal Verywell Health, com base em dados coletados no território americano, fatores sociais, culturais e econômicos agravam ainda mais o risco.
Ainda que métodos de cálculo e as definições de pesquisa variem, os dados utilizados em uma revisão de 2024 sugerem que, entre a população em geral, a definição de homens que fazem sexo com homens (HSH) varia de 3,3% que tiveram relações sexuais no último ano a 6,2% ao longo da vida.
Uma definição mais ampla que leva em conta a identidade e a atração sexual, bem como o comportamento, sugere que eles representam 9,3% da população dos Estados Unidos. Homens que fazem sexo com homens (HSH) correm maior risco biológico de contrair HIV devido ao sexo anal, podendo pode ser até 18 vezes maior do que o do sexo vaginal.
As pessoas transgênero representam 0,3% da população dos EUA, mas correspondem a 2% de todos os novos diagnósticos de HIV. As mulheres trans são especialmente vulneráveis, com uma em cada cinco delas infectadas pelo HIV.
Mulhres lésbicas apresentam taxas de HIV mais baixas do que pessoas heterossexuais ou homens que fazem sexo com homens (HSH), com taxas de HIV mais baixas do que pessoas heterossexuais ou HSH, mas também podem apresentar fatores de risco, como o uso de drogas injetáveis. Outros fatores de risco incluem acesso limitado a serviços de saúde, falta de apoio familiar, maiores taxas de violência, uso de álcool ou drogas e prostituição de sobrevivência.

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