(foto: Reprodução/Sky Sports)Bryan Swanson
Bryan Swanson, diretor de Relações com a Mídia da Fifa, publicou um artigo em que relatou sua experiência como homem gay na cúpula do futebol mundial e critica movimentos de boicote a países com legislação anti-LGBT+
No texto, o dirigente apontou ter recebido apoio interno ao se declarar gay publicamente durante a Copa do Mundo de 2022, no Catar, e que se sentiu extremamente confortável para falar sobre sua sexualidade em plena Doha, durante uma coletiva que antecedeu a abertura do torneio.
Swanson citou, ainda, iniciativas internas da Fifa, como redes de funcionários LGBTQIAPN+, campanhas globais contra o racismo e acordos com entidades internacionais voltadas ao futebol inclusivo. Ademais, também mencionou o aumento de repasses financeiros a federações nacionais na última década e programas de desenvolvimento que incluem diretrizes sobre diversidade e combate à discriminação.
Ainda sobre a relação entre ele e o presidente da FIFA, o diretor escreveu que a instituição tem diversos funcionários que fazem parte da comunidade, praticam manifestações contra atos preconceituosos. “Eu não teria me sentido tão confortável em dizer isso se não fosse pelo incentivo e apoio de Gianni Infantino. Eu disse que tinha orgulho de trabalhar para uma organização tão inclusiva, e é uma opinião que mantenho até hoje”, declarou no texto.

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