(foto: Reprodução/Instagram)Rafa Marttinz
O corpo se tornou uma fonte direta de renda com o passar dos últimos anos, e atletas e fisiculturistas têm deixado o esporte para monetizar a própria imagem em plataformas de conteúdo adulto, transformando ganhos que custariam anos, em meses.
A australiana Renee Gracie, de 29 anos, deixou o automobilismo profissional após enfrentar dificuldades financeiras no esporte e passou a atuar em plataformas de conteúdo adulto, onde afirma ter faturado milhões de dólares após a mudança de carreira, destacando que buscava uma fonte de renda mais estável e previsível. No futebol, a inglesa Madelene Wright, de 25, teve a carreira impactada após polêmicas fora de campo e encontrou nas plataformas digitais uma alternativa mais lucrativa, relatando ganhos superiores aos obtidos como atleta profissional.
No setor do fisiculturismo, o norte-americano Nick Trigili, de 40, afirma que muitos atletas têm buscado novas formas de monetização fora das competições, após anos de investimento sem garantia de lucro, o que tem impulsionado a migração para plataformas digitais.
No Brasil, o ex-fisiculturista Rafa Marttinz, de 24, seguiu caminho semelhante após perceber que a rotina intensa de treinos, dieta e competições não se convertia em retorno financeiro. Após migrar para plataformas de conteúdo adulto, ele afirma ter faturado mais de R$ 2 milhões em menos de um ano.
"Passei anos vivendo uma rotina extremamente rígida, investindo alto no meu corpo e competindo, mas sem retorno financeiro real. Hoje eu consigo ganhar em um mês o que não ganhava em anos no fisiculturismo, com liberdade para trabalhar de onde quiser”, concluiu o criador de conteúdo adulto.

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