(foto: iStock)Entenda por que o PMMA ainda poderá ser usado em pacientes com HIV
O Conselho Federal de Medicina (CFM) proibiu o uso do polimetilmetacrilato (PMMA) por médicos em procedimentos estéticos e reparadores em todo o Brasil, e trouxe uma exceção que rendeu questionamentos e levantou debates.
Apesar da restrição, a substância continuará autorizada para o tratamento da lipodistrofia em pacientes com HIV/Aids, desde que o procedimento seja realizado em unidades de alta complexidade credenciadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A lipodistrofia, por sua vez, está relacionada às alterações na distribuição da gordura corporal observadas em pacientes que convivem com o vírus, especialmente aqueles submetidos a tratamentos mais antigos.
O principal objetivo do tratamento é restaurar características faciais perdidas em decorrência da doença ou dos tratamentos utilizados no passado. A nova resolução determina que os procedimentos sejam realizados exclusivamente em unidades de alta complexidade credenciadas pelo SUS.
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