(foto: iStock)Maioria das pessoas LGBTQIAPN+ se comparam mais nas redes sociais, aponta estudo
Um estudo apontou que pessoas LGBTQIAPN+ no Brasil apresentam indicadores de bem-estar mais baixos do que a média da população em dimensões centrais como apoio social, liberdade percebida e satisfação com o trabalho.
O levantamento, lançado pela pesquisadora Renata Rivetti, em parceria com o Instituto Ideia, revelou uma queda na percepção de apoio social conforme se avança nos grupos analisados: enquanto 88% dos heterossexuais afirmam ter familiares ou amigos com quem contar em momentos difíceis, esse índice cai para 84,1% entre homossexuais e 82,4% entre bissexuais.
O mesmo padrão se repete na satisfação com a liberdade para tomar decisões importantes na vida: 90,5% entre heterossexuais; 86,4% entre homossexuais; e 84,9% entre bissexuais.
Outro dado apontado pelo estudo é que, cerca de 79% dos heterossexuais afirmam que o trabalho contribui para sua felicidade; percentual que cai para 76% entre homossexuais e 66% entre bissexuais.
A pesquisa também investigou o papel das redes sociais no bem-estar emocional, cuja comparação da própria vida com a de outros é mais frequente entre pessoas LGBTQIAPN+: 64% dos bissexuais e 61% dos homossexuais relataram esse comportamento, contra 55% dos heterossexuais.
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