(foto: iStock)Jovens fazem menos sexo e priorizam conexões emocionais, aponta estudo
Ao longo dos últimos tempos, os jovens estão fazendo menos sexo, saindo menos para encontros casuais e demonstrando cada vez mais interesse por conexões emocionais significativas.
O fenômeno, que vem sendo chamado internacionalmente de "recessão do sexo", e, com base nos dados divulgados neste ano pelo relatório State of Our Unions 2026, apenas cerca de um terço dos jovens adultos solteiros entre 22 e 35 anos está ativamente namorando.
A pesquisa, realizada com mais de 5 mil participantes nos Estados Unidos, identificou que muitos desejam construir relacionamentos no futuro, mas enfrentam dificuldades para iniciar conexões amorosas e demonstram baixa confiança nas próprias habilidades de paquera e interação social.
Outro elemento importante é a crescente valorização da saúde mental. Após anos de popularização de debates sobre ansiedade, burnout, autocuidado e terapia, a sexualidade passou a ser vista por muitos jovens sob uma perspectiva diferente. Ao invés de ver o sexo como performance ou validação social, uma parcela crescente da geração Z busca experiências que envolvam conforto emocional, comunicação e bem-estar.
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