(foto: iStock)HIV: quais exames acompanham o tratamento e para que servem
O diagnóstico simplificado de HIV costuma reunir uma enxurrada de informações. Entre consultas, orientações e o início do tratamento, nomes como carga viral, CD4, hemograma e creatinina passam a fazer parte da rotina e reunir dúvidas.
Embora existam exames que fazem parte da rotina, a frequência com que são solicitados varia de acordo com a evolução clínica e as necessidades de cada pessoa.
A carga viral, por exemplo, mede a quantidade de cópias do HIV presentes no sangue. Na prática, ela mostra se a terapia antirretroviral está conseguindo impedir que o vírus continue se multiplicando.
O exame de CD4, por sua vez, revela como o sistema imunológico está reagindo, enquanto o hemograma avalia diferentes componentes do sangue, como hemácias, leucócitos e plaquetas, ajudando a identificar alterações como anemia, infecções ou possíveis efeitos relacionados ao tratamento.
A creatinina e ureia ajudam a monitorar a função renal durante o tratamento e permitem identificar alterações antes mesmo do aparecimento de sintomas. O fígado também merece acompanhamento ao longo do tratamento. Os exames TGO (AST) e TGP (ALT) ajudam a verificar se há sinais de inflamação ou lesão hepática.
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