(foto: Reprodução/Instagram)Guilherme Cortez e Rick Akira
O pré-candidato a deputado federal por São Paulo, Guilherme Cortez (PSOL-SP), entrou com uma ação sobre a Secretaria de Segurança de São Paulo após o caso de violência e homofobia sofrida pelo professor Rick Akira, de 29 anos.
O profissional de educação usou as redes sociais e afirmou ter sido vítima de um ataque enquanto seguia para o trabalho no Metrô de São Paulo, além de ter enfrentando um grande descaso ao buscar atendimento médico e registrar a ocorrência. Segundo o educador, além de o crime não ter sido enquadrado como homofobia, ele ainda apareceu no boletim de ocorrência como vítima e autor da agressão.
O ataque aconteceu por volta das 7h45 da manhã do último sábado (11), na Linha 5-Lilás do metrô paulistano. No relato, o professor conta que foi surpreendido por um homem que o atacou pelas costas e desferiu diversos socos em sua cabeça. Ao procurar a polícia, no registro do boletim de ocorrência, foi apontado tanto como vítima quanto como autor da agressão, já que o agressor machucou a mão durante os golpes.
O professor também denunciou falhas no atendimento médico recebido após o ataque. Segundo ele, passou horas entre dois hospitais e pelo Instituto Médico Legal (IML), mas lesões importantes não foram identificadas inicialmente.
Ao longo do vídeo, Rick Akira também chamou atenção para o desgaste emocional, burocrático e financeiro enfrentado por vítimas de crimes motivados por preconceito. Segundo ele, registrar um boletim de ocorrência está longe de ser suficiente para que haja responsabilização.
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