Crime

Adolescente é morto após grupo acreditar que seus testículos poderiam valer R$ 650 mil

Grupo mata jovem na Índia após acreditar que poderia ganhar dinheiro com seus órgãos
21/08/2026 08:36
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Adolescente é morto após grupo acreditar que seus testículos poderiam valer R$ 650 mil(foto: iStock)

Adolescente é morto após grupo acreditar que seus testículos poderiam valer R$ 650 mil

Um adolescente de 16 anos foi assassinado após ser atraído para uma área isolada por um grupo que, segundo a polícia, acreditava que seus testículos poderiam ser vendidos por até R$ 650 mil.

O caso ocorreu em Bhopal, na Índia, e no caso, dois homens foram presos e três menores de idade foram detidos durante a investigação. As autoridades afirmam que a suposta motivação surgiu após um dos envolvidos assistir a um vídeo no Instagram com informações falsas sobre o valor de órgãos humanos.

O corpo de Rehan foi encontrado em estado de decomposição no dia 10 de agosto, com diversos ferimentos provocados por objetos cortantes. Segundo os investigadores, os órgãos genitais do adolescente haviam sido removidos após o assassinato. A polícia afirma que o jovem foi atraído sob o pretexto de receber ajuda em uma suposta briga. Dois menores teriam abordado a vítima em Iqbal Maidan no dia 6 de agosto e, durante o trajeto, outros integrantes do grupo se juntaram a eles até que chegassem ao local isolado.

De acordo com a investigação, Zoheb Khan, de 20 anos, estudante de Administração de Empresas, seria o responsável por planejar o crime. Aamir Qureshi, de 18, também foi preso, enquanto três adolescentes foram detidos. A polícia apreendeu ainda a faca que teria sido utilizada no homicídio. Os investigadores afirmam que Khan teria se passado por médico e comprado um avental branco, um estetoscópio e um termômetro para convencer os demais de que sabia como os órgãos poderiam ser comercializados.

Depois do crime, os suspeitos teriam colocado os testículos em uma sacola plástica e tentado encontrar um comprador, sem sucesso. Posteriormente, segundo a polícia, Khan teria mandado que o material fosse jogado em um lago, onde equipes de mergulho foram mobilizadas para tentar localizá-lo.

Zoheb Khan e Aamir Qureshi
Zoheb Khan e Aamir Qureshi (Foto: Divulgação/Polícia de Bhopal)

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