(foto: iStock)Aliança Nacional LGBTI+ condena supersalários e cobra justiça social
A Aliança Nacional LGBTI+, considerada uma das mais importantes entidades LGBT do Brasil e do mundo, publicou uma nota pública contra supersalários no serviço público.
O tema se tornou debate após o Congresso Nacional ter aprovado uma manobra que, para que os servidores ganhem mais do que teto constitucional. Pela norma, os servidores terão direito a um da de folga a cada três trabalhados, tendo a possibilidade de troca por remuneração sem limite, indicando que a regra faça com o que o salário chegue ao patamar de R$ 61.800.
O trecho da nota indica que "é imperativo traçar um paralelo com a realidade da classe trabalhadora. Enquanto a elite burocrática articula manobras para receber valores que podem superar R$ 100 mil mensais, o trabalhador sob o regime CLT vive uma realidade antagônica. O salário mínimo atual (R$ 1.518,00 em 2025) exige que um cidadão comum trabalhe mais de dois anos e meio ininterruptos apenas para alcançar o que certos ocupantes de cargos públicos recebem em um único mês".
Ademais, a Aliança Nacional LBGTI+ destacou que "esses mecanismos de burla ao teto drenam recursos públicos vitais. Verbas destinadas a privilégios deixam de financiar a educação, a saúde, a segurança pública e políticas de cidadania para a população LGBTI+, historicamente marginalizada e carente de serviços estatais eficientes".

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