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Disque 100: saiba como funciona o canal para denúncias de violência contra LGBTs

Governo Federal reforça canal como ferramenta de combate à LGBTfobia
10/01/2026 20:00
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Disque 100: saiba como funciona o canal para denúncias de violência contra LGBTs(foto: iStock)

Disque 100: saiba como funciona o canal para denúncias de violência contra LGBTs

O Disque Direitos Humanos – Disque 100 é um dos principais canais do Governo Federal para o registro e o encaminhamento de denúncias de LGBTfobia no Brasil.

O serviço em questão atua fielmente no comabte a casos de violência, discriminação e outras violações de direitos que atingem pessoas LGBTQIA+ em diferentes contextos.

Segundo informações do Gov.br, qualquer pessoa pode acionar o Disque 100, seja a própria vítima ou alguém que tenha conhecimento de uma situação de violação. O atendimento é gratuito, disponível 24 horas por dia, inclusive aos fins de semana e feriados, ser feito por telefone, internet, e-mail, aplicativos de mensagem através do número +55 61 99611-0100 e atendimento presencial em Brasília.

Ao receber uma denúncia relacionada à população LGBTQIA+, a equipe do serviço registra as informações, faz uma análise inicial e encaminha o caso aos órgãos responsáveis pela proteção e responsabilização, conforme a natureza da ocorrência e a localidade do fato. O objetivo é permitir respostas rápidas, sobretudo em situações graves ou que estejam em curso.

O canal atua como um serviço de urgência em direitos humanos, funcionando como um ponto de apoio para vítimas de agressões físicas, ameaças, discriminação, constrangimentos, violência institucional e outras práticas que violem a dignidade de pessoas LGBTQIA+.

Principais públicos e violações atendidas

  • Crianças e adolescentes;
  • Pessoas idosas;
  • Pessoas com deficiência;
  • Pessoas em restrição de liberdade;
  • População LGBTQIA+;
  • População em situação de rua;
  • Discriminação ética ou racial;
  • Tráfico de pessoas;
  • Trabalho análogo à escravidão;
  • Terra e conflitos agrários;
  • Moradia e conflitos urbanos;
  • Violência contra ciganos, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais;
  • Violência policial (inclusive das forças de segurança pública no âmbito da intervenção federal no estado do Rio de Janeiro);
  • Violência contra comunicadores e jornalistas;
  • Violência contra migrantes e refugiados;
  • Pessoas com doenças raras.

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