(foto: iStock)Lares homoafetivos crescem mais de seis vezes em 12 anos no Brasil
Um levantamento apontou que em torno de 12 anos, o número de lares formados por casais do mesmo gênero saltou de 59.957 para 391.080 no Brasil.
Apesar disto, muitos casais homoafetivos ainda desconhecem que já têm acesso legal no país a tratamentos de reprodução assistida que permitem a formação de famílias com filhos biológicos.
Acesso a fertilização in vitro, gestação compartilhada entre duas mulheres (método ROPA), doação de gametas e barriga solidária para casais masculinos são procedimentos regulamentados pelo Conselho Federal de Medicina e realizados em clínicas especializadas.
"Muitos casais desconhecem essa possibilidade e acreditam que precisam buscar alternativas em outros países. No entanto, o Brasil oferece tratamentos de alta qualidade e com a segurança da legislação vigente", afirma a Dra. Claudia Gomes Padilla, especialista em reprodução assistida e coordenadora médica da Huntington Medicina Reprodutiva.
Casais formados por duas mulheres são os que mais procuram tratamentos de reprodução assistida no Brasil. Na maioria dos casos, o que se precisa é apenas da doação de sêmen, que deve ser anônima por resolução do CFM. Apesar de ser uma busca menor, casais formados por dois homens também têm caminhos legais no Brasil para ter filhos biológicos, por meio da fertilização in vitro com óvulos doados e barriga solidária.
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