(foto: Reprodução/YouTube)Abel Braga, técnico do Internacional
O técnico Abel Braga será julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) no próximo dia 12 de fevereiro, em virtude de uma declaração de cunho homofóbico feito no ano passado, durante sua apresentação como treinador do Sport Club Internacional.
O treinador foi denunciado com base no artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de atos discriminatórios, desdenhosos ou ultrajantes relacionados a preconceito, incluindo orientação sexual. Caso seja condenado, o treinador pode sofrer punição que varia de cinco a dez jogos de suspensão, sanção prevista para situações consideradas graves dentro do regulamento desportivo.
A representação contra o técnico foi apresentada pelo Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT, organização carioca sem fins lucrativos que atua na defesa dos direitos da população LGBTQIAPN+.
No documento encaminhado ao STJD, o grupo também citou declarações machistas do técnico Ramón Díaz e, posteriormente, fez uma emenda incluindo a intimidação sofrida por uma repórter por parte do lateral Bernabéi, em episódio ocorrido no estádio Beira-Rio.
À época, a repercussão negativa foi justificada por Abel Braga, que tentou relacionar a situação à morte de seu filho, João Pedro, em 2017, argumentando que alguém que passou por tamanha dor não poderia ser homofóbico.

Loja física e online de produtos para o público LGBTQIAPN+ Vista-se de ORGULHO com a Pride Brasil! pridebrasil.com.br Rua Augusta, 1371, Loja 17, em São Paulo.

