(foto: Agência Brasil)Eduardo Leite
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), abriu o jogo sobre possibilidade de se candidatar à Presidência da República nas eleições de 2026, e como busca se tornar uma 'terceira via', em meio a polarização ainda viva entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL).
Em entrevista à BBC News Brasil, o político destacou que, mesmo com as análises minuciosas sobre o cenário, ele ressaltou não se sentir representado pelo atual chefe do Executivo, tampouco pelo ex-presidente condenado.
"Sempre vivi a minha vida política pensando não a que cargo posso concorrer para ser alguma coisa. O que mais me motiva é o projeto nacional. Não me sinto representado nem por Lula, nem por Bolsonaro. São dois campos que estão muito mais focados em destruir o outro do que em construir algo diferente para o país. É a minha leitura", disparou Eduardo Leite. "Quero ajudar o país a ter um caminho alternativo", apontou.
Nome de peso do centro político - nem esquerda, nem direita -, o governador apontou que acredita na força da 'terceira via'. "Temos que construir isso. (…) O centro não é ficar no meio do caminho, querendo contemporizar, agradando todo mundo. É ter posição sobre os assuntos, que hoje muitas vezes são rotuladas como sendo de um campo ou de outro, e apropriar essas ideias e defendê-las", disse.
"A alternância de poder é importante na democracia. O líder precisa saber entrar, fazer sua parte, formar novas lideranças e dar espaço para que outros assumam esse protagonismo sob pena de você incentivar essa política do messianismo, do salvador da pátria, de que só alguém presta", explicou ele.

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