(foto: iStock)Como funciona o “tribunal” criado por cafetinas para julgar acompanhantes de luxo
Em meio às diversas formas e mecanismos de satisfação sexual, algumas modelos estão adotando uma tática para atraírem mais clientes e trabalharem como acompanhantes de luxo.
Três cafetinas conseguiram estabelecer uma rede de influência e controle que abrange diversas cidades brasileiras, especialmente as grandes capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Elas operam com base em uma reputação construída ao longo dos anos, seja pela capacidade de selecionar as profissionais mais cobiçadas, pela discrição e segurança que prometem aos clientes de alto perfil.
Com até 12 grupos no WhatsApp que atingem mais de 600 integrantes em apenas um deles, há a cobrança de um “pedágio” fixo de R$ 300 por garota para conceder acesso às vagas. As mulheres estabelecem regras rígidas como a pontualidade, discrição com os clientes, higiene e a postura profissional.
As 'juízas' da pirâmide recebem denúncias, analisam comportamentos e, se for o caso, convocam as profissionais para 'julgamentos' informais. Os motivos para um banimento podem variar: quebra de sigilo sobre a identidade de um cliente, comportamento inadequado durante um encontro, concorrência desleal ou até mesmo o descumprimento de acordos financeiros com as próprias cafetinas. O levantamento apontou ainda uma dinâmica estruturada de extorsão por meio do uso combinado do Tribunal e da Black List.
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