(foto: iStock)Estudo revela os principais obstáculos enfrentados por pessoas LGBTQIA+ no SUS
A formação de profissionais, o respeito ao nome social e uma comunicação mais eficiente entre os serviços estão entre as medidas apontadas por para aprimorar o atendimento à população LGBTQIA+ no Sistema Único de Saúde (SUS).
Pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) apontam medidas para para aprimorar o atendimento à comunidade neste espectro público.
As análises, publicadas pela revista Ciência UFPR, observou quatro grupos de discussão realizados em outubro de 2018, com 48 participantes, entre representantes do movimento LGBT, profissionais de saúde e gestores do SUS no Paraná. Os relatos foram divididos entre barreiras ao cuidado e possibilidades de melhoria.
Dentre os problemas identificados estavam a dificuldade de acesso aos serviços, a falta de dados, a discriminação, as falhas na articulação entre diferentes níveis de atendimento e a pouca presença das necessidades LGBT na formação acadêmica. O acolhimento, capacitação profissional e integração das redes de saúde apareceram entre as propostas apresentadas.
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