(foto: Reprodução/Instagram)Flávio Bolsonaro
O plano de governo do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) não apresenta propostas específicas voltadas aos direitos da população LGBTQIA+. Entre os poucos pontos do documento relacionados diretamente à diversidade sexual e de gênero, está a proposta de restringir a participação de atletas trans em categorias femininas de competições esportivas.
O filho do ex-presidente condenado Jair Bolsonaro (PL), curiosamente, já manifestou publicamente sua oposição a pautas voltadas aos direitos da população LGBTQIA+, e a iniciativas comumente chamadas por seu grupo político de "ideologia de gênero".
Em uma entrevista antiga, o senador afirmou que "o normal não é a pessoa ser homossexual, é a pessoa ser heterossexual". Além disto, Flávio Bolsonaro sustentou que um pai jamais sentiria orgulho de ter um filho LGBT. "Eu duvido que um pai vá ter orgulho do filho dele. A homossexualidade é fruto do meio que a pessoa convive. Um meio que nós não convivemos, nós, graças a Deus, sempre convivemos no meio familiar, não temos um, nesse convívio", disse.
"Você ser contra a apologia ao homossexualismo é ser homofóbico? Claro que não! Mas não podem querer impor isso, como se fosse normal da família brasileira. Ninguém é obrigado a aceitar, que essa vontade da minoria prevaleça. Não se trata de uma homofobia, trata-se de um posicionamento contrário a essa grande apologia em torno da homossexualidade", disparou Flávio Bolsonaro, na ocasião.
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