(foto: iStock)Brasil registra 50 mortes ligadas à LGBTIfobia no primeiro semestre de 2026
Um levantamento apontou que, ao longo do primeiro trimestre de 2026, ao menos cerca de 50 pessoas foram mortas no Brasil em contextos de LGBTIfobia.
De acordo com a pesquisa feita pelo Observatório Brasileiro LGBTI+ Janaína Dutra, cerca de 60% desses casos (30 mortes) foram precisamente motivados por LGBTIfobia, enquanto outros 40% (20 casos) apresentam indícios de contexto LGBTIfóbico.
Os números indicam: travestis e mulheres trans são as principais vítimas, representando 52% dos casos (26 mortes), seguidas por gays com 30% (15 mortes), lésbicas com 8% (4), homens trans com 4% (2), bissexuais com 2% (1) e outros segmentos com 4% (2).
O instituto destaca que esses números, ainda que alarmantes, provavelmente são inferiores à realidade. "Ser LGBTI+ é enfrentar uma estrutura que não foi pensada para a existência desta população. Continuaremos a contar — cada história, cada nome e cada violação — até que o Brasil deixe de ser o país que marca a pele de suas cidadãs com o ódio e passe a ser o país que as protege com o direito", diz o Observatório Brasileiro LGBTI+ Janaína Dutra.
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