(foto: iStock)Mais da metade das pessoas com HIV já sofreu discriminação no Brasil, revela pesquisa
Uma pesquisa apontou que mais da metade das pessoas que já receberam diagnóstico de HIV já passaram por algum tipo de discriminação ao longo da vida.
D acordo com dados dÍndice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo, cerca de 52,9% das pessoas sofreram com o fato, enquanto 38,8% relataram fofocas ou algum tipo de comentário discriminatório.
O documento, produzido por um consórcio de organizações que inclui o Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas, a Rede Nacional de Adolescentes e Jovens vivendo com HIV/AIDS, a Rede Nacional de Mulheres Travestis e Transexuais e Homens Trans Vivendo e Convivendo com HIV/Aids e a Articulação Nacional de Aids, entre outros, e foi feito com base em dados coletados durante um período de quatro meses de 2024.
Destas, 1.275 pessoas de sete capitais brasileiras foram ouvidas, sendo 249 em São Paulo, 273 no Rio de Janeiro, 152 em Salvador, 166 em Porto Alegre, 224 em Recife, 100 em Manaus e 111 em Brasília.
“Essas violações não apenas ferem a dignidade das pessoas que vivem com HIV, mas também criam barreiras ao tratamento e à prevenção do HIV”, destaca o texto. Sobre exposição não consentida, por exemplo, cerca de 6,6% das pessoas entrevistadas revelaram que tiveram sua sorologia divulgada publicamente sem consentimento.
Em relação à discriminação em serviços de saúde, 11,5% das pessoas sofreram tratamento discriminatório em serviços relacionados ao HIV, como o uso excessivo de luvas e a recusa de atendimento, enquanto 13,1% relataram estigma em serviços não relacionados ao HIV.
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