(foto: Reprodução/X)Mulher condenada por homofobia é considerada foragida após decisão da Justiça
A Justiça de São Paulo decretou a prisão preventiva de Jaqueline Santos Ludovico, condenada por homofobia e investigada por atropelar um pedestre enquanto dirigia embriagada na capital paulista.
A decisão em questão considera que ela descumpriu medidas cautelares impostas anteriormente e deixou o Brasil, o que, segundo a magistrada, inviabiliza a continuidade do processo criminal.
O mandado de prisão foi expedido em caráter de urgência, nesta última segunda-feira (19), e possui relação direta com o caso do atropelamento ocorrido em junho de 2024, na Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo. Desde então, a investigada é considerada foragida.
A ordem foi assinada pela juíza Giovanna Christina Colares, da Vara Regional das Garantias (1ª RAJ – Capital), após pedido da defesa da vítima, André Rossi, e manifestação favorável do Ministério Público. Para a magistrada, há indícios de que Jaqueline tenha se mudado definitivamente para a Espanha, onde estaria vivendo com o filho.
Documentos anexados ao processo indicam que a investigada deixou de cumprir obrigações determinadas pela Justiça, como o comparecimento periódico em juízo e a proibição de se ausentar da comarca sem autorização. Um registro da Polícia Federal aponta que ela saiu do país em outubro de 2025, e não retornou até o início deste mês de janeiro.

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