(foto: iStock)Orientação sexual não é escolha nem definida por um único gene, revela estudo
Um grupo de cientistas avaliou o papel da genética na definição de comportamentos sexuais e concluiu que não existe um “gene gay”, ou seja, um único fator genético que defina se uma pessoa é homossexual, heterossexual ou bissexual.
O estudo, publicado na revista Science, indica que, assim como a maioria dos traços de personalidade humanos, também o comportamento sexual de cada pessoa resulta de uma mistura de fatores, tanto genéticos quanto ambientais.
Com base na análise de 77.522 indivíduos, cientistas perguntaram aos participantes se eles "já tiveram relações sexuais com pessoas do mesmo sexo" e "por quem eles se sentem sexualmente atraídos". Depois, compararam as respostas com a carga genética dos indivíduos, por meio do método de "Associação Genômica Ampla" (GWAS, na sigla em inglês), ao qual identifica se indivíduos que têm um mesmo gene no seu DNA apresentam, entre si, também as mesmas características e comportamentos.
Os pesquisadores descobriram que a orientação sexual de uma pessoa não depende apenas de seu DNA. Todavia, os fatores genético ajudam a explicar cerca de um terço das diferenças ligadas ao comportamento sexual das pessoas, e fatores ambientais também têm grande influência sobre essas diferenças.
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