(foto: iStock)Uma pessoa LGBT+ é morta a cada 34 horas no Brasil, revela estudo
Uma pessoa LGBT+ foi morta a cada 34 horas no Brasil ao longo do ano passado, segundo revelou um levantamento do Observatório do Grupo Gay da Bahia (GGB).
O número foi constatado com base no mapeamento de 257 casos noticiados ao longo do último ano entre homicídios, latrocínios, suicídios e outras causas. O número representa uma queda de 12% nas mortes violentas, em comparação com o ano anterior, quando 291 mortes foram mapeadas pelo grupo.
Os homicídios lideram o tipo de crime cometido contra a comunidade, sendo 80% dos casos registrados, seguidos de suicídios (8%) e latrocínios (7%). Em quase 60% dos crimes, o meio utilizado para matar não é informado, enquanto armas de fogo foram usadas em 15% das mortes e armas brancas, como facas, representam 14%.
A maior parte das mortes aconteceu na região Nordeste (66), seguido de Sudeste (48) e Centro-Oeste (33). Outros 84 crimes não tiveram região informada. Entre os estados, São Paulo (19), Bahia (17) e Minas Gerais (17) tiveram a maior quantidade de casos. Nas capitais, os casos ocorreram mais em São Paulo (6), Salvador (5) e em Manaus, Goiânia e Belo Horizonte (4).

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