(foto: Reprodução)Escravo sexual? Ex-funcionário acusa executiva de banco após forçar suposto ménage
O funcionário do banco americano JPMorgan Chase, Chirayu Rana, recorreu novamente à Justiça de Nova York, nos Estados Unidos, ao apresentar uma nova versão de seu processo contra a executiva e ex-colega de trabalho Lorna Hajdini, declarando ter evidências adicionais que sustentariam acusações de abuso sexual.
A ação protocolada repercurtiu principalmente diante das alegações feitas pelo ex-funcionário, de ter se submetido a uma dinâmica de ménage. Entre os novos elementos, estão depoimentos anônimos de testemunhas, incluindo um amigo, que afirmou as infromações.
Segundo fontes ouvidas pela imprensa norte-americana, uma investigação interna conduzida pela instituição não encontrou evidências de irregularidades. O banco emenda, ainda que Hajdini colaborou com as apurações, enquanto Rana não teria participado plenamente.
Em um dos depoimentos, uma testemunha, descrita como próxima de Rana, disse ter presenciado comportamentos considerados inapropriados por parte da executiva durante uma estadia em um apartamento em Nova York.
Na petição, Chirayu também afirma ter sido ameaçado com “problemas” caso não atendesse a determinadas exigências, além de relatar preocupação com possível chantagem. Ele solicitou, inclusive, o direito de seguir no processo de forma anônima, alegando sofrer de Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) em decorrência dos episódios descritos. O JPMorgan Chase e a executiva negam veementemente as acusações.
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