(foto: iStock)Dominatrix revela que passou a faturar R$ 725 com sessões de cócegas
Uma escritora e dominatrix chamou atenção da imprensa internacional recentemente ao revelar que passou a faturar cerca de R$ 725 para fazer cócegas em um homem que assistiu a uma de suas palestras na igreja.
Em relato a um portal britânico, Melissa Todd descobriu que o interesse do cliente não estava em um debate teológico, mas em uma hora dedicada ao fetiche, conhecido como knismolagnia ou tickling, como é chamado popularmente.
Embora a profissional do sexo já tivesse produzido vídeos em que ela ou outra pessoa amarrada recebia cócegas, nunca havia conduzido uma sessão individual. O hommem, por sua vez, a enviou uma lista com as partes do corpo mais sensíveis: peito, tronco, axilas, pernas, pés e mamilos.
“Ele fechou os olhos, se mexeu levemente, e apenas sua respiração acelerada me indicou que eu estava surtindo algum efeito”, descreveu. Segundo Todd, a primeira experiência passou rapidamente e teve um efeito inesperadamente relaxante.
“Ao contrário de alguns dos meus clientes de palmadas, ele permanece em silêncio o tempo todo, o que significa que posso deixar as janelas abertas, uma bênção durante as recentes ondas de calor. É meditativo, relaxante e, curiosamente, cria um vínculo, passar uma hora em silêncio com outro ser humano”, comentou ela. Melissa ainda revelou que a dinâmica entre os dois também evolve uma troca de controle.
Segundo a dominatrix, parte do interesse nas cócegas está justamente na combinação entre prazer e desconforto. “E, claro, não conseguimos fazer cócegas em nós mesmos de forma eficaz. Nossos cérebros preveem nossos próprios movimentos, atenuando a sensação. Mas quando outra pessoa faz isso, não sabemos exatamente onde o próximo toque vai acertar”, lembrou ela.

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