(foto: iStock)Antes da Copa de 2034, Arábia Saudita busca imagem inclusiva em meio a leis anti-LGBTQIA+
A Arábia Saudita tem buscado construir uma imagem mais receptiva para visitantes LGBTQIA+ antes de sediar a Copa do Mundo de 2034, mas se contradiz, tendo em vista que ainda existem leis que criminalizam relações entre pessoas do mesmo sexo no país.
A homossexualidade continua sendo considerada ilegal no reino e, segundo organizações de direitos humanos, pode resultar em punições severas, incluindo a possibilidade de pena de morte.
O site oficial de turismo Visit Saudi afirma que “todos são bem-vindos”, mas ressalta que visitantes devem “respeitar nossa cultura e tradições e seguir nossas leis”.
Apesar dos sinais de abertura para estrangeiros, ativistas alertam que a realidade para pessoas LGBTQIA+ dentro do país continua marcada por forte repressão. Nos últimos anos, a Arábia Saudita promoveu uma série de mudanças para tentar modernizar sua reputação internacional sob a liderança do príncipe herdeiro Mohammed bin Salman. Entre as medidas divulgadas estão a autorização para que mulheres dirijam, a reabertura de cinemas e a expansão do turismo para estrangeiros não muçulmanos.
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